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Idosos são maiores vítimas de síndrome respiratória em MS
Desde o início do ano, Mato Grosso do Sul contabiliza 17 mortes
Correio do Estado / Alison Silva
Com os idosos entre as principais vítimas, Mato Grosso do Sul já registra 17 mortes por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026. Ao todo, já são 166 casos da doença confirmados no Estado, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde consolidados até 24 de janeiro.
Das 17 mortes registradas, seis ocorreram entre pessoas com mais de 80 anos e outras seis na faixa etária de 50 a 69 anos.
A capital, Campo Grande, lidera o número de registros, são 47 casos confirmados de SRAG. Em seguida aparecem Dourados, com 33 casos, Ponta Porã, com 17, e Corumbá, com 12. Sidrolândia também registra seis casos.
Os números mostram ainda um impacto significativo entre crianças. Bebês com menos de um ano representam 32 casos, enquanto crianças de um a nove anos somam 31 registros.
Entre os agentes identificados, o vírus Influenza A (H3N2) aparece como o mais frequente, com 15 casos confirmados, seguido pelo Rinovírus, responsável por 12 infecções. Ambos estão associados a quadros respiratórios que podem evoluir para formas graves, especialmente em idosos, crianças pequenas e pessoas com comorbidades.
Autoridades de saúde reforçam a importância da vacinação contra a gripe, da atenção aos sintomas respiratórios e da busca por atendimento médico diante de sinais de agravamento, como falta de ar e febre persistente. Medidas simples, como higiene das mãos e evitar aglomerações em caso de sintomas, também seguem sendo fundamentais para reduzir a circulação dos vírus.
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