Alunos, ex-alunos, pais e comunidade realiza manifestação, reivindicando início da reforma do Colégio Agrícola.

MSMEUESTADO


No último sábado (18), em frente ao Colégio Agrícola, localizado na Vila Cristina, no município de Ivinhema, a 280 KM da Capital, aconteceu uma manifestação popular, que contou com a participação de alunos, pais, ex alunos e representantes da comunidade, onde a principal reinvindicação é a reforma do prédio da escola.

O referido prédio está em péssimas condições e foi no ano passado, interditado pelo MP, por colocar em risco os usuários.

O Colégio Agrícola atende crianças e adolescentes, tanto da rede municipal, como estadual.

A escola está instalado em uma área de 50 hectares, cedido pela empresa colonizadora do município SOMECO S.A, colégio esse que por muitos anos foi referência na formação de técnicos agrícolas em nosso estado

Hoje com a interdição alguns alunos foram transferidos para escolas do município e outros para salas improvisadas no Barracão da Igreja local.

A maior cobrança dos manifestantes é direcionada à classe política, tanto municipal, que tem a frente o prefeito Juliano Ferro, como estadual, do governo Ridel.

Conversamos com uma representante do Núcleo dos Pais, que relatou estar decepcionada com a classe política do município, pois segundo ela, a educação não está sendo prioridade na atual gestão.

Ouvimos também um ex-aluno, com formação de técnico Agrícola, que hoje exerce funções profissionais em uma empresa tercerizada da Adecoagro, disse: " pra festa e contratação de show, tem recursos, mas para reforma de nossa escola, depende de conseguir dinheiro do Estado ou União, falta de critérios na escolha das prioridades."

Segundo informações da organização, as manifestações irão continuar, até que haja uma solução a curto prazo.


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