
Editorias / Política
Pollon é cotado para disputar governo em SP, mas diz que foco na anistia
Nome do parlamentar chegou a ser cogitado em reunião entre Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto
Gabriel Neris / Campo Grande News
Marcos Pollon (PL-MS) negou a candidatura ao governo de São Paulo, desmentindo rumores sobre substituir Eduardo Bolsonaro. Apesar de seu nome ter sido cogitado por Jair Bolsonaro e Valdemar Costa Neto, Pollon afirma não ter sido contatado e que seu foco é a anistia aos presos do 8 de janeiro. O deputado considera a situação atual uma 'profunda injustiça' e prioriza a defesa dos direitos dos cidadãos que considera presos arbitrariamente. Pollon reafirma seu compromisso com Mato Grosso do Sul, estado pelo qual foi eleito deputado federal mais votado, e pretende continuar trabalhando em prol do seu desenvolvimento.
“Não houve nenhum contato sobre esse tema. Recebo com gratidão a lembrança do presidente Jair Bolsonaro, que representa prestígio nacional, mas meu foco agora é outro', declarou.
Segundo Pollon, a prioridade no momento não são as eleições, mas a defesa do que classifica como um cenário de “profunda injustiça' no País. “Vivemos um momento em que cidadãos estão presos de forma arbitrária e liberdades vêm sendo violadas. Antes de pensar em pleitos futuros, é preciso reparar esse dano histórico e resgatar o estado de direito', afirmou.
O deputado reforçou que sua principal bandeira é a luta pela anistia dos presos do 8 de janeiro. Nesta manhã, ele se reuniu com familiares de detidos em Mato Grosso do Sul, que relataram maus-tratos no sistema penitenciário.
Pollon destacou ainda que segue comprometido com o Estado pelo qual foi eleito. “Meu compromisso é com Mato Grosso do Sul. Fui o deputado federal mais votado do Estado, com 103.111 votos, e vou continuar trabalhando para torná-lo cada vez mais forte, competitivo e próspero', disse.
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