Vereadores de Campo Grande mantêm veto sobre gratuidade de ônibus para vítimas de violência

Proposta da vereadora Luiza Ribeiro (PT) era que as mulheres tivessem gratuidade no transporte coletivo durante o período de atendimentos médicos, psicológicos e judiciais

Midiamax/Thalya Godoy


Os vereadores de Campo Grande mantiveram, na sessão desta terça-feira (18), o veto total do Poder Executivo ao Projeto de Lei n. 11.317/24, que prevê gratuidade no sistema de transporte público coletivo para mulheres vítimas de violência, durante todo o período de duração de atendimentos médicos, psicológicos e judiciais. A Prefeitura alegou, no veto, necessidade de previsão de compensação financeira. A proposta foi apresentada pela vereadora Luiza Ribeiro (PT). 

Os parlamentares também definiram a composição da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. O grupo será presidido pelo vereador Ronilço Guerreiro (PODE), o autor da proposta. A vice-presidência será ocupada pelo vereador Professor Juari (PSDB), enquanto os demais membros serão os vereadores Maicon Nogueira (PP), Clodoilson Pires (PODE), Herculano Borges (Republicanos) e a vereadora Ana Portela (PL).

A reativação da Frente Parlamentar foi proposta em Audiência Pública, na última sexta-feira (14), na Câmara Municipal, durante debate sobre projeto de criação do Conselho de Proteção à Pessoa Idosa.

Em regime de urgência, foi aprovada em única discussão cinco Projetos de Decreto Legislativo, concedendo títulos de visitante ilustre da cidade de Campo Grande para os Pastores Carlos Eduardo Petter, Elbert Kuhn, Cândido Gomes, Carlos Humberto Campitelli e Filipe Nogueira Veiga. O autor da proposta é o vereador Leinha (Avante). 


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